A Confraria da Mente é uma assinatura anual de estudo e prática. Um tema por mês, dois encontros ao vivo por semana comigo, um grupo onde as perguntas chegam a qualquer dia, e acompanhamento contínuo.
A entrada está aberta. Você começa no mês em que entrar.
Pagamento anual: R$ 288,75 por mês. Pagamento mensal: R$ 315 por mês.
Sete dias de garantia.
A aula gravada
Se você quer me ver conduzindo antes de decidir qualquer coisa, gravei uma aula inteira. Ela começa com uma prática conduzida, passa pelo que sustenta este trabalho, e no fim eu mostro a plataforma por dentro, para você ver onde estaria entrando.
Fica disponível quando você quiser assistir, e o cadastro leva um minuto.
O problema tem nome
Fraqueza não explica isso, e ingratidão muito menos. O nome disso é dependência emocional, a crença silenciosa de que sua paz depende do que acontece lá fora. Do próximo resultado. Da próxima aprovação. Da ausência de conflito.
Às vezes o lá fora é pequeno, uma frase atravessada no almoço de domingo. Às vezes é grande, uma doença em casa, um filho que não deslancha, uma perda. Nos dois casos a mecânica é a mesma, e é ela que se pode trabalhar.
Enquanto isso não muda, você vive refém de uma realidade que não pode controlar.
E a solução não está em administrar melhor as emoções. Está em algo mais fundo: reconhecer o que você é antes de qualquer história que você conta sobre si mesmo. Quando isso acontece, a independência emocional deixa de ser meta. Torna-se consequência natural.
Por que o que você já tentou não foi suficiente
Você leu. Praticou. Foi a retiros. Fez terapia. O conhecimento ficou no nível do conhecimento.
Não é falha sua, e não é que o que você fez não tenha valido. Valeu, e provavelmente sustenta você até hoje. É que o sofrimento não mora onde o esforço consegue chegar. Mora numa confusão mais antiga: entre o que você construiu ao longo da vida e o que você realmente é.
Técnica alcança os galhos. Esse trabalho vai à raiz.
«Vivi mudanças e perdas significativas nesse tempo. E, com os ensinamentos da Confraria, consegui não me perder no turbilhão.»
O que propomos é diferente
Não gestão emocional. Não mais uma ferramenta para lidar melhor com o que dói.
Uma reorganização da atenção, do corpo e da mente, orientada para que você reconheça algo em você que nenhuma circunstância criou e nenhuma pode destruir.
Há algo em você que os grandes contemplativos de todas as tradições apontaram. Não uma experiência especial. Um reconhecimento. Uma presença que nunca foi construída, que nenhuma perda alcança, que nenhuma aprovação precisa confirmar.
Quando esse reconhecimento deixa de ser visita ocasional e passa a ser o chão de onde você olha, a paz para de depender de resultado, a segurança para de precisar de aprovação, e a liberdade para de esperar que as circunstâncias melhorem.
Isso é possível. Não como promessa. Como percepção direta.
Quem conduz
Há mais de trinta anos eu carrego uma única pergunta: é possível viver com paz genuína, independentemente do que acontece ao redor?
Não comecei por curiosidade intelectual. Comecei porque precisava. Passei por períodos em que o sofrimento não tinha nome claro, só peso. Aprendi na própria pele que entender o problema e estar livre dele são duas coisas completamente diferentes.
Foi essa distância que me fez ir mais fundo. Estudei a mente. Fui à Índia mais de trinta vezes. Sentei com mestres. Pratiquei por anos o que ensinava. E confirmei algo que não encontrei em nenhum livro isolado: a independência emocional vem de reconhecer o que já está aí antes de qualquer história sua, e nenhuma técnica produz isso sozinha.
Isso que vivo, ensino.
Sou terapeuta, professor de meditação, yoga e Vedanta, fundador do Instituto Ísvara. Formei mais de 700 professores. Acompanhei centenas de pessoas em processo individual. E, antes de tudo isso, estive exatamente onde você está.
Prof. Andrés De Nuccio
O que costuma acontecer no primeiro ano
A Confraria não tem data de término, e há confrades comigo há mais de quatro anos. Mas o primeiro ano tem um feitio próprio, e ele se repete com uma regularidade que já não me surpreende.
Nos primeiros meses quase todo mundo passa pela mesma constatação incômoda: você consegue se sentir mal em qualquer circunstância. A ansiedade aparece mesmo quando está tudo bem. A paz conquistada num fim de semana desaparece numa segunda-feira.
Isso tem pouquíssimo a ver com falta de prática. É o funcionamento automático de um mecanismo que ninguém te ensinou a ver. Como a mente fabrica emoção a partir de pensamento. Como o pensamento se disfarça de realidade. Como você confunde o que pensa com o que é.
Visto com clareza suficiente, o mecanismo já perde força. Por reconhecimento, e não por esforço.
Depois vem uma fase mais silenciosa, e para muita gente é a mais difícil. Você entende, e ainda assim repete. Diante de certas pessoas, de certas palavras, você reage do mesmo jeito de sempre, como se todo o conhecimento acumulado não estivesse ali.
É quando se olha para a estrutura que sustenta a repetição, o conjunto de crenças, histórias e identidades que você construiu sobre si mesmo ao longo de décadas.
Ela foi útil. E ficou maior do que precisava ser.
O que se vê com clareza não precisa ser combatido.
Em algum ponto do ano, sem que ninguém programe, o trabalho sai da sua cabeça e vai para as suas relações. É a parte que mais aparece nas conversas semanais.
A serenidade se mantém enquanto ninguém liga. Basta um telefonema para algo desmoronar. Cada reação intensa vira um mapa. Cada conflito que se repete aponta com precisão para alguma coisa que ainda não foi vista.
E a independência emocional que parecia possível apenas no silêncio começa a aparecer justamente onde parecia impossível: na cozinha, no domingo à noite, na conversa com a filha, no atrito de terça-feira.
E há o que vem por baixo de tudo isso, que não tem hora marcada.
Uma pergunta que chega quando o resto já foi tentado. Se tudo que sou foi aprendido, condicionado, construído ao longo de décadas, o que sobra quando paro de me identificar com isso?
Há algo que observa tudo, que nenhuma circunstância criou e que nenhuma pode destruir. Não é uma ideia. É o que já estava ali antes de você aprender a se descrever. O trabalho do ano inteiro, as práticas, a respiração, os encontros, está orientado para que esse reconhecimento deixe de ser experiência passageira.
Não acontece com todo mundo no mesmo mês, e não existe escada com degraus marcados aqui. O que vem acima é o que costuma acontecer, e o ritmo é seu.
Por dentro, antes de você decidir
Antes de decidir qualquer coisa, veja por dentro. Neste vídeo eu mostro a plataforma, onde fica o material do mês, como é uma prática diária, como funciona o grupo e onde ficam as gravações dos encontros. Dois minutos e meio, sem venda.
O que você recebe
Todo mês, um tema. E o tema chega até você em quatro formatos, porque compreender com a cabeça e mudar de verdade são coisas diferentes:
- Vídeos de instrução. Apresento o conceito do mês com clareza e com exemplos da vida como ela é: o trabalho, a família, o trânsito, o corpo, a conversa que não saiu como você queria.
- Treino mental guiado. Conduzido por mim, em áudio. Você ensaia a nova resposta com calma, para não ter que improvisar na hora em que a cena acontecer de verdade.
- Práticas diárias curtas. De cinco a sete minutos, feitas enquanto você lava a louça, dirige ou caminha. É onde o conceito do mês encosta na sua vida.
- Áudios de reorganização. Práticas guiadas com música, para os dias em que a cabeça não está disponível para mais uma explicação.
E ainda:
- Meditação ao vivo comigo, toda terça-feira às 6h30, pelo Zoom. Cerca de 30 minutos. É cedo de propósito: começa o dia antes de o dia começar com você.
- Conversa ao vivo, toda terça-feira às 19h, pelo Zoom. Uma hora, às vezes mais. Perguntas, dúvidas, o que apertou na semana.
- Os encontros gravados, disponíveis na plataforma logo depois.
- Grupo de WhatsApp da Confraria. É por onde as perguntas me chegam durante a semana. Eu leio e respondo, e o que rende se torna assunto no encontro seguinte.
- A comunidade, sem performance espiritual, sem competição de quem medita mais.
- Retiro de confrades, presencial, uma vez por ano, a preço de custo. Não é obrigatório e não está incluído no valor da assinatura.
- Aplicativo, para ouvir e praticar do celular, onde você estiver.
Sobre o ao vivo, dito com clareza. Terça de manhã cedo e terça à noite não cabem na agenda de todo mundo, e isso é esperado. Uma parte dos confrades vem quase toda semana. Outra aparece quando dá. E há quem assista sempre gravado e converse comigo pelo grupo. As três formas funcionam, e nenhuma é a versão pobre da outra.
O que não funciona é ficar com a dúvida guardada. Por isso o grupo existe: você pergunta no dia em que a pergunta aparece, e não no dia em que a agenda deixa.
A conta do tempo, sem inflar. A prática diária tem de cinco a sete minutos. Os dois encontros ao vivo somam cerca de uma hora e meia por semana, ao vivo ou gravados. Os vídeos e os áudios do mês você escolhe quando ver. Na média da semana dá algo entre vinte e quarenta minutos por dia.
Quem tem pouco tempo faz a prática diária, acompanha o grupo e assiste ao encontro quando dá. Isso já sustenta o ano.
E se você sumir
Você vai sumir em algum mês. Quase todo mundo some.
Vem uma viagem, uma internação na família, um período em que abrir o aplicativo é a última coisa que cabe no dia. Chamar isso de falta de disposição seria injusto com você. É a vida acontecendo, e ela vai acontecer durante o ano inteiro.
Então aqui está o combinado, escrito para você poder cobrar.
Não vai haver conteúdo acumulado esperando você como cobrança. Quando voltar, você não recomeça do zero nem corre atrás do que perdeu. Entra no tema do mês, que é onde todo mundo está.
Somos poucos, e eu percebo quando alguém para de aparecer. Se você sumir, eu escrevo. Não é automático, sou eu.
E você pode pausar a assinatura por um mês no ano, sem perder o que pagou e sem precisar explicar o motivo. Você escreve, o mês para, e volta no ponto em que estava.
Sumir aqui não é fracasso. Faz parte do ano.
Para quem é
- Para quem construiu uma vida, aguenta o que precisa aguentar, e sente que falta algo que nenhuma conquista entrega.
- Para quem já percorreu caminhos de autoconhecimento e quer integrar tudo numa prática contínua e acompanhada.
- Para quem está disposto a ir além da gestão emocional e chegar à raiz.
- Para quem tem abertura para a dimensão espiritual da existência, não como religião, mas como reconhecimento do que você fundamentalmente é.
A Confraria não é para quem
- Busca alívio rápido ou fórmulas prontas.
- Quer mais conteúdo para acumular.
- Está procurando um lugar onde nada seja questionado.
Quem está aqui hoje
Somos 49. A Turma 1 está comigo há mais de quatro anos. Sei o nome de todo mundo.
«Entrei na Confraria há quase três anos. A transformação aparece no modo como enxergo as situações, como lido com minhas emoções, como compreendo o que é paz mental.»
«O conteúdo nos permite entender os motivos pelos quais fazemos cada prática. Isso é essencial para desenvolver um novo modo de viver: mais tranquilo, focado e presente.»
«Sou membro da Confraria desde o início. A metodologia, a competência do prof. Andrés e o ambiente de aprendizado são fundamentais para meu crescimento.»
Carla Rebelo
Membro da Confraria da Mente. Capa da Forbes Portugal, citada como uma das mulheres mais poderosas do país. CEO da Randstad Portugal.
Quando você começa
No mês em que entrar.
A entrada está aberta e não há fila. Você recebe o acesso no mesmo dia: o percurso de chegada, o primeiro tema, o grupo e o convite para o próximo encontro ao vivo. Todo mundo começa pelo primeiro tema e segue dali, um por mês, e o primeiro mês é conduzido em ritmo guiado.
A Confraria não recebe gente nova o ano inteiro. Ela abre, recebe quem chega, e depois se fecha por um tempo para eu conseguir acompanhar quem entrou em vez de receber pessoas sem parar e não dar conta de nenhuma.
Esse fechamento é como o ano se organiza aqui, e nada nele foi desenhado para apressar você.
O que você está comprando, em números
Antes de falar de preço, o inventário. Este trabalho é fácil de subestimar quando descrito só com palavras bonitas, então aqui estão as quantidades.
Cerca de setenta horas ao vivo comigo, ao longo do ano. Uma meditação conduzida toda terça de manhã e uma conversa de uma hora toda terça à noite, o que dá cerca de uma hora e meia por semana. Todas gravadas, para quem não puder estar.
Doze temas, um por mês, cada um com vídeos de instrução, um treino mental guiado em áudio, práticas diárias curtas e áudios de reorganização.
Mais de trezentas práticas diárias, de cinco a sete minutos, feitas dentro da sua vida como ela é, e não numa versão dela que você teria que arrumar antes.
Um grupo onde a sua pergunta me chega em qualquer dia do ano, e onde quem responde sou eu.
Agora eu peço duas contas, e faça as duas por baixo.
A primeira é sobre os seus últimos dez anos. Some o que você gastou com isto: os cursos, os livros comprados e não terminados, os retiros com hospedagem e deslocamento, as formações, os aplicativos assinados em janeiro e cancelados em março. Some também as horas.
Quase todo mundo se surpreende com o número. E o que incomoda não costuma ser o tamanho dele. É que nenhum daqueles pedaços conversava com o seguinte.
A segunda é sobre o último trabalho sério que você fez. Um curso de aprimoramento, uma formação, um trabalho terapêutico, uma imersão. Lembre quanto custou. E lembre quanto tempo o efeito durou depois que ele terminou.
Ele terminou porque tinha data para terminar. Todo trabalho assim tem, os meus inclusive, e faz sentido que tenha. O que falta em quase toda trajetória é o que vem depois: alguém do outro lado no oitavo mês, quando o assunto já não é novidade, a vida voltou ao normal e ninguém está olhando.
O ano inteiro aqui é exatamente isso. Encontro marcado duas vezes por semana, doze meses seguidos, e alguém que sabe o seu nome e percebe quando você some.
Quanto custa
Você escolhe como pagar. As duas portas dão exatamente o mesmo acesso.
Pagamento anual
Por mês
R$ 288,75
no cartão, 12 vezes, sem juros
No ano: R$ 3.465
Compromisso: os doze meses
Para sair: sete dias de garantia. Depois deles, o acesso segue até o fim dos doze meses e a assinatura termina ali, sem renovação
Pagamento mensal
Por mês
R$ 315
recorrente
No ano: R$ 3.780
Compromisso: nenhum
Para sair: cancela quando quiser, sem multa e sem justificativa
A diferença entre as duas colunas é uma mensalidade. No pagamento anual você paga onze meses e recebe doze. Doze mensalidades de R$ 315 dariam R$ 3.780, e o ano custa R$ 3.465.
Quem paga o ano paga menos porque se comprometeu. Quem paga mês a mês está comprando a liberdade de sair a qualquer momento, e paga por ela. Nenhuma das duas é a escolha esperta. São duas trocas diferentes, e a escolha é sua.
Se preferir pagar o ano à vista, por Pix ou boleto, são os mesmos R$ 3.465. Não há desconto por pagar à vista e não há acréscimo por parcelar.
O valor é reajustado uma vez por ano, em fevereiro. Quem entra agora fica com este durante todo o seu primeiro ano. Não há promoção, não há cupom, não há Black Friday e não há preço diferente para quem negocia melhor.
Quatro coisas que tiram o risco desta decisão
- Sete dias de garantia, contados do dia do pagamento. Se concluir que não é para você, escreve e o dinheiro volta. Não pergunto por quê, não peço comprovação de prática e não ofereço outra coisa em troca. Para quem entra antes de 1º de outubro, os sete dias contam a partir de 1º de outubro.
- Um mês de pausa por ano, sem perder o que pagou e sem precisar explicar o motivo.
- No pagamento mensal, sem fidelidade e sem multa. Cancela quando quiser.
- Nenhuma renovação automática. No fim dos doze meses a assinatura termina, e nós avisamos por e-mail antes do fim para você não perder o acesso sem querer. Continuar é uma decisão sua, tomada outra vez. A maior parte continua, e a Turma 1 está comigo desde o começo, há mais de quatro anos.
CNPJ 49.660.368/0001-75. Prof. Andrés De Nuccio.
Termos de uso
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Política de privacidade
·
Trocas e reembolsos
A garantia de 7 dias
Você entra, participa como der. Se em sete dias concluir que não é para você, escreve e o dinheiro volta. Não pergunto por quê, não peço comprovação de prática, e não ofereço outra coisa em troca.
Como funciona, por escrito:
- Os sete dias contam do dia do pagamento. Para quem entra antes de 1º de outubro, os sete dias contam a partir de 1º de outubro.
- Volta o que foi efetivamente pago à Confraria.
- Uma garantia por CPF.
Está tudo escrito também nos termos de uso.
Se ainda não decidiu
Deixe seu contato. Você recebe o aviso das próximas aberturas e a aula gravada. Sem pressa e sem cobrança.
Perguntas frequentes
Quando eu começo?
No mês em que entrar. O acesso é liberado no mesmo dia, com o percurso de chegada, o primeiro tema e o grupo.
Até quando a entrada fica aberta?
A Confraria não recebe gente nova o ano inteiro. Ela abre, recebe quem chega, e depois se fecha por um tempo, para eu conseguir acompanhar quem entrou. A entrada está aberta agora, e eu não trabalho com contagem regressiva nem com vaga limitada. Venha quando fizer sentido para você, sabendo que a porta não fica aberta indefinidamente.
Se eu entrar mais tarde, perco alguma coisa em relação a quem entrou no começo?
Não. Todo mundo que entra começa pelo primeiro tema, e cada mês tem um tema que se fecha em si. O percurso de chegada de 30 dias existe justamente para receber quem chega em momentos diferentes. Foi assim que quase todo mundo que está aqui chegou.
Que dia e que horas são os encontros ao vivo?
A meditação é toda terça-feira às 6h30 da manhã, e dura cerca de 30 minutos. A conversa de perguntas e respostas é toda terça-feira às 19h, e dura uma hora. Os dois ficam gravados, e o grupo de WhatsApp funciona a semana inteira, então o horário não decide se você entra ou não.
Consigo acompanhar se meu horário não bate nunca com o do encontro?
Consegue. Há confrades que praticamente nunca aparecem ao vivo e acompanham tudo pelas gravações e pelo grupo. O que sustenta o ano é a prática diária e a conversa continuada, não a presença numa hora específica.
Quanto tempo preciso dedicar por dia?
A prática diária tem de cinco a sete minutos. Os dois encontros somam cerca de uma hora e meia por semana. Na média, entre vinte e quarenta minutos por dia. Quem tem menos tempo faz a prática diária e vai à conversa.
Preciso falar nos encontros?
Não. Muita gente acompanha em silêncio por meses. Câmera aberta ou fechada é escolha sua.
Preciso ter experiência em meditação ou yoga?
Não exijo nada disso, e tudo o que você já traz é bem-vindo. Boa parte dos confrades já praticava antes de entrar.
Como acesso o conteúdo?
Por plataforma online, no computador ou no celular, e por um aplicativo com acesso facilitado a todo o material.
Estou em terapia. Isso substitui ou atrapalha?
Não substitui e não atrapalha. Vários confrades fazem os dois, e eu recomendo que quem está em tratamento continue nele. A Confraria é estudo e prática em grupo, com tema mensal e encontros ao vivo. É outra coisa, e as duas convivem bem.
E se eu precisar parar por um tempo?
A assinatura pode ser pausada por um mês no ano e retomada no ponto em que estava. Doença, viagem longa, um período difícil em casa. Você escreve, a cobrança para, e você volta.
Posso cancelar?
No plano mensal, quando quiser, sem multa e sem justificativa: o acesso vai até o fim do mês já pago e não há nova cobrança. O plano anual é uma compra única do ano inteiro, e o preço menor existe por causa desse compromisso. Ele não renova sozinho no fim.
A assinatura anual renova sozinha no fim do ano?
Não. Aqui não existe renovação automática. Ao fim dos doze meses a sua assinatura termina, e continuar é uma decisão sua, tomada de novo. Nós avisamos por e-mail quando o seu período estiver perto do fim, para você não perder o acesso sem querer, e não cobramos nada sem que você contrate outra vez. Na prática a maior parte dos confrades continua, e há gente comigo desde o primeiro ano, o que me parece a única prova que vale alguma coisa aqui.
Vale mais a pena pagar o ano inteiro?
Em dinheiro, vale: no pagamento anual você paga onze meses e recebe doze. Doze mensalidades de R$ 315 dariam R$ 3.780, e o ano custa R$ 3.465. Não é promoção, não é oferta de abertura e não muda em fevereiro: é assim o ano inteiro. Em compromisso, depende de você. No mensal você cancela quando quiser. No anual você fica o ano, e para muita gente esse é justamente o ponto, porque tira a decisão da mesa todo mês. E no fim do ano a decisão volta a ser sua, porque não há renovação automática.
O preço vai subir?
É reajustado uma vez por ano, em fevereiro. Quem entra agora fica com o valor de hoje durante todo o seu primeiro ano. Não há promoção, não há desconto e não há preço diferente para quem negocia melhor.
Já fiz o Curso de Meditação com você. A Confraria é a mesma coisa?
Não. O curso ensina a meditar: postura, atenção, o que fazer com a mente que não para. A Confraria é o trabalho continuado em cima disso, com um tema por mês, os encontros ao vivo e o acompanhamento ao longo do ano. Quem fez o curso costuma chegar aqui com a base pronta.
O que muda do primeiro para o segundo ano?
Os temas mudam e ficam mais fundos. Quem já passou pelo primeiro ano chega às conversas com outra pergunta, e é isso que faz a sala funcionar. Há confrades comigo há mais de quatro anos.
Já fui confrade e saí. Posso voltar?
Pode. Quem volta começa de novo pelo primeiro tema, com o grupo que estiver entrando, porque é assim que a caminhada funciona. Se quiser conversar antes, me chame pelo WhatsApp.
Isso é religião?
Não. Não há culto, dogma nem filiação. Há uma dimensão espiritual, no sentido de reconhecer o que você é para além dos pensamentos, e isso não pede que você acredite em nada. Pede que você observe.
Quero conversar antes de decidir.
Escreva pelo WhatsApp. Quem responde sou eu.
Para quem foi tão longe que já sente saudade da alma.
Prof. Andrés De Nuccio
QUERO ENTRAR NA CONFRARIAEntrada aberta. Garantia de 7 dias.